Raimundo Colombo

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“É em Brasília que o Brasil precisa fazer sua reconstrução”, afirma Colombo

Pré-candidato ao Senado cumpriu agenda pelo Planalto Norte e pelo Vale do Itajaí


Colombo participou de reunião com lideranças locais

O ex-governador Raimundo Colombo, pré-candidato ao Senado pelo PSD, voltou a defender a necessidade de maior representatividade catarinense em Brasília, melhorias na infraestrutura federal em Santa Catarina e a redução de impostos. Em agenda pelo Planalto Norte e pelo Vale do Itajaí, Colombo participou de reunião com lideranças locais e debateu as ações necessárias para construir o melhor projeto para o futuro de Santa Catarina. “É em Brasília que o Brasil precisa fazer sua reconstrução, é lá que estão os nossos maiores desafios”, afirmou.


Colombo ressaltou que é preciso mudar a imagem de Santa Catarina na capital federal. “Não há dúvida de que somos um estado de referência, isso é algo que temos que nos orgulhar. Mas não dá para aceitar essa visão de Brasília de que não precisamos de nada. Precisamos, sim, duplicar nossas rodovias federais, de mais investimentos na saúde. Temos que melhorar a manutenção das estradas”, defendeu.


O ex-governador voltou a apontar a importância de não aumentar impostos, principalmente em cenários de instabilidade econômica como o enfrentado atualmente. “É muito fácil tirar o dinheiro das pessoas e colocar no cofre do governo. Hoje temos um governo com o caixa cheio e as pessoas com a geladeira vazia. Em Blumenau, vivemos na prática um exemplo de como é importante estar atento para as demandas. Quando reduzimos os impostos para promover o setor têxtil local e enfrentar a concorrência chinesa, a indústria se reergueu e fortaleceu. Uma ação como essa preserva as empresas, os empregos. Isso é ação de governo”, comparou.


Colombo, que tem percorrido todo o estado, mostra-se otimista com o cenário que testemunha nas ruas. “As pessoas estão fazendo a sua parte, em qualquer lugar que você vai, todo mundo tem a sua opinião, é um novo brasil que está surgindo aí. Agora nós precisamos arrumar o estado brasileiro, que continua burocrático, lento, muitas vezes de costas para as pessoas, insensível. Não há harmonia entre os poderes. Essa crise, que é quase uma crise institucional, tende a se agravar se a gente não encaminhar soluções”.

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